Tem um número que aparece há anos em relatórios do setor imobiliário e que a maioria das pessoas ignora: 40 milhões. É a estimativa de imóveis com algum grau de irregularidade no Brasil em 2023 — contra 30 milhões em 2019. Não é erro de cálculo. É o acúmulo de décadas de inventários não feitos, loteamentos nunca registrados, escrituras que ficaram para depois e nunca saíram do papel.
Para o proprietário, o problema é concreto: imóvel irregular não financia, não vende com facilidade, não passa de herança sem processo. Para o profissional que sabe como regularizar — via cartório, sem precisar de processo judicial — é uma fila de clientes que não para de crescer.
O Brasil tem mais faculdades de Direito do que qualquer outro país. A pressão sobre honorários de advogados generalistas cresce a cada ano. Ao mesmo tempo, boa parte desses profissionais nunca ouviu falar de usucapião extrajudicial, retificação de área via cartório ou REURB — procedimentos que resolvem em meses o que o judiciário leva anos para tocar.
A lógica não é complicada: nicho específico, menos concorrência, honorários maiores. O Direito Imobiliário Extrajudicial é específico o bastante para afastar quem não se especializa, mas não exige anos de pós-graduação para começar a atuar.
Por que o extrajudicial é diferente na prática
Curso jurídico tradicional ensina judiciário: petição, audiência, recurso, anos de processo. O extrajudicial funciona de outro jeito. Usucapião, retificação de área, regularização fundiária, inventário via cartório — esses procedimentos têm prazo medido em semanas ou meses, não em anos de espera na fila do tribunal.
Na prática isso significa: honorário fechado por procedimento, não por hora de trabalho ou mês de processo em aberto. Quando o caso fecha, você recebe. Quando o cliente fica satisfeito, ele indica. É uma lógica de negócio diferente da maioria dos escritórios.
"O curso tem depoimentos públicos de alunos relatando faturamento acima de R$100k no primeiro ano de atuação no nicho — advogados, corretores e despachantes que mudaram de área depois de se especializar."
— Dados declarados pelo produtor na página oficial do curso · Resultados individuais variamNão tenho como garantir que todo mundo que faz o curso chega nesses números. Ninguém pode. O que posso dizer é que o nicho tem demanda real — 40 milhões de imóveis irregulares não é dado de marketing, é estimativa do setor — e que especialização em área com pouca concorrência tende a resultar em honorários maiores. O resto depende de cada um.
O Prof. Salomão é Doutor em Direito e Registrador de Imóveis desde 1997. Mais de 30 mil profissionais já fizeram o curso. Se você trabalha com imóveis, vale entender o que ele ensina.
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